sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Pato Donald - 80 Anos

OS 80 ANOS DO PATO DONALD
POR SEUS PRINCIPAIS ARTISTAS
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Quack!

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Minha primeira lembrança de quadrinhos do Pato Donald sou eu no ponto de ônibus, com minha mãe. Lá havia uma pequena banca de jornal  - a única que chegou a existir um dia no bairro - que era uma filial da que ficava no bairro próximo, Lote XV. Vendia jornais e alguns poucos gibis. E, aqueles poucos, eu queria todos. Mas, claro, na época não dava. 

Mas, os quadrinhos do Pato Donald, quinzenais, eram bem baratos devido a pouca quantidade de páginas, assim como os do Zé Carioca. Então, eu me enchia de coragem e dizia à minha mãe:

- Mãe, me dá um cruzeiro pra eu comprar um gibi do Pato Donald. - e ela dava. 

Assim, eu matava minha vontade de ler - e ter - ao menos um gibi novo, ainda com tão pouca idade e sem perspectivas de comprar meus gibis com meu próprio dinheiro ainda por alguns anos. E assim, o Pato Donald fazia a alegria de um infante leitor de quadrinhos. 

O personagem criado por Walt Disney me acompanharia por toda a vida, junto com tantos outros quadrinhos que eu leria e colecionaria. Hoje em dia gosto de adquirir estas edições especiais que trazem muitas coisas daqueles tempos e outras de tempos mais recentes. 

Esta, por exemplo, é uma edição comemorativa que procura focalizar os muitos artistas que desenharam o pato por todas estas décadas. São italianos, dinamarqueses, estadunidenses, brasileiros, e muitos outros. cada um deles tem ao menos duas histórias, algums delas bem extensas e muito divertidas. 

São 15 artistas que fizeram o donald dos quadrinhos quem ele é hoje, seja como sobrinho, aventureiro, tio ou super-herói. Um dos destaques é a história "Donald, Esta é a Sua Vida', uma espécie de origem do Pato Donald contada por don Rosa. Divirtam-se.





segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Midnight Nation

MIDNIGHT NATION - O POVO DA MEIA-NOITE 
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Nation

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Introdução: Gosto de sempre eu mesmo escrever os textos sobre as HQ e/ou filmes aqui postados, mas nem sempre o tempo permite. O fato é que li a HQ mas quando eu a comprei, em 2012, há 5 anos atrás. Então, os detalhes da história se perderam na memória. Como é muito extensa - 313 páginas - ler novamente tomaria muito tempo. Assiom, às vezes, o melhor é colocar um texto que explique melhor do que eu faria com minha memória curta. No caso, este abaixo, do UniversoHQ:

"Muito antes da grande bobagem conhecida como Um Dia a Mais, J. Michael Straczynski era um bom escritor. Ele já havia feito séries para televisão – notadamente Babylon 5 – e transitava bem entre os meios da cultura pop. Mas seu melhor trabalho é Midnight Nation, que a Mythos lançou encadernado. A história, que nos Estados Unidos saiu pela Top Cow, demonstra o que um bom roteiro é capaz de fazer com uma premissa simples. 

Vamos então à premissa: o detetive David Grey vai investigar uma série de assassinatos e descobre que seres malignos estão matando as pessoas. Durante o confronto, ele é gravemente ferido e, ao acordar no hospital, percebe que não faz mais parte deste plano corpóreo. Mas também não está morto. 

Grey começa a perceber as pessoas translúcidas e elas não mais o enxergam. Como em toda boa jornada do herói, aparece Laurel, a guia que o levará para Nova York, onde ele deverá tentar não perder sua alma, já que ela está se deteriorando e o detetive está se tornando uma das criaturas horrendas, chamadas apenas de Errantes. 

Com isso, o autor leva o leitor a um road comic que atravessa os Estados Unidos – os protagonistas fazem o trajeto entre Los Angeles e Nova York a pé, pois o Plano Intermediário, que é onde eles se encontram, é o ambiente que abriga as coisas esquecidas – como as tampas de caneta Bic ou os telefones públicos quebrados – e nenhum carro funciona por lá. 

Durante a jornada, Straczynski apresenta um sem-número de desafios e empecilhos para a dupla de andarilhos. Mas não só. A maior parte da trama é composta por angústias e reflexões dos protagonistas. E a ideia de perder a alma o tempo todo estabelece uma tensão que promove o crescimento espiritual de Grey. 

O escritor aplica uma série de parábolas muito bem engendradas na trama, fazendo a história ser reflexiva sem ser piegas ou chata. Mais do que uma travessia pelos EUA, é uma jornada pela psique humana, e o leitor sente-se motivado a fazer determinadas reflexões junto com os personagens. 

Com grandes inspirações na mitologia católica, mas principalmente na discussão e na crítica da dicotomia bom/mau, Straczynski leva o leitor a refletir sobre céu, inferno, purgatório, a consequência de seus atos e a busca pela redenção. Com desenhos inspiradíssimos de Gary Frank, que alia a força da expressividade com o realismo dos quadrinhos clássicos, esta talvez seja a melhor coisa que esta dupla produziu. 

Esta edição encadernada é similar à lançada anos antes, em seis edições avulsas, pela Panini, tendo apenas alguns extras, como a galeria de capas e alguns sketches. Mesmo assim, é um trabalho muito interessante, que merece ser conhecido por mais pessoas. Principalmente aquelas que culpam Straczynski pelo pacto do Homem-Aranha com Mefisto."

PARA MAIS J. MICHAEL STRACZYNSKI:


P.S.: O novo banner do RA, com o Eudes Quaker, foi uma cortesia do amigo de Facebook, Eduardo Colucci!




sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Martin Mystère: Papai Noel 9000

MARTIN MYSTÈRE - PAPAI NOEL 9000
Tradução e Letras: JAVA/Portal Mystère

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Martin Mystére vem com uma aventura no mundo da informática... vivida em 1988 (ano em que a história foi publicada originalmente na Itália). 

Um vírus infecta computadores do mundo todo ameaçando apagar os dados que estes tem armazanados. Até mesmo Mystère se viu vítima de tal vírus, tendo milhares de páginas de seus livros a serem publicados, ameaçadas de serem deletadas se uma quantia X não for paga logo. 

A coisa toda fica mais confusa quando o Detetive do Impossível descobre que há uma ligação entre o chantagista e ninguém menos que... Papai Noel. Ou ao menos alguém com as iniciais de seu nome em inglês, SC, Santa Claus. 

Ao investigar este mais que inusitado mistério, Mystère vai parar onde menos esperava estar: frente a frente com o bom velhinho, e agora terá que deixar todo ceticismo de lado e, quem sabe, acreditar em Papai Noel, agora, depois de adulto. 


BONUS TRACK: E SE... ELEKTRA NÃO TIVESSE MORRIDO?
Digitalização e Tratamento: Raito Yagami/Só Quadrinhos

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O caminho do aficcionado por quadrinhos é mais duro que o de um samurai ou de um ninja. Afinal, nem sempre temos aquilo que queremos naquilo que pagamos. 

Pois bem, apesar dos três volumosos volumes da fase de Frank Miller em Demolidor, ainda assim ele nao é realmente completo. A última história, publicada no terceiro e último volume é um What If (O Que Aconteceria Se...? - pela Abril - E Se...? pela RGE), intitulado E Se Matt Murdock Fosse um Agente da SHIELD? mas deixa de fora esse que é bem mais conectado à fase  e aos acontecimentos nela. 

Aqui a ninja consegue escapar da morte e os acontecimentos a partir daí são relatados pelo Vigia, como sempre. Aqui, Miller é arte-finalizado por Terry Austin em vez de Klaus Janson. A qualidade não é a mesma dos encadernados pois foi digitalizado do formatinho, que tem um papel bem problemático de se trabalhar nele. 

Mesmo os What If...? não sendo lá grandes coisas em matéria de enredo, fica aqui como uma curiosidade e como um compromisso cumprido de se publicar toda esta fase.


Replay: Pateta Faz História 1 a 4

PATETA FAZ HISTÓRIA #01 a #04 de 20
Digitalização e Tratamento: Outsider the Z/Onomatopeia Digital


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Desde que apareceu pela primeira vez nos Almanaques Disney que eu fiquei fascinado pela série Pateta Faz História. Afinal, Pateta já fazia sucesso desde seus curtas animados em que ele acabava por representar algum papel, fosse o motorista, o fumante, o atleta olímpico e outros, sempre com seu jeito peculiar de encarar o mundo.

 Assim, quando ele passou a incorporar personagens da História nas histórias em quadrinhos, já sabia-se o que esperar. Mas, em Pateta Faz História, ele também interpreta personagens fictícios que fizeram a História, no caso aqui, da Literatura. Como é o caso de Frankenstein e do Capitão Nem em 20.000 Léguas Submarinas. 

Esta série em 20 edições traz também pequenas biografias dos personagens históricos ou dos escritores, fazendo com que a criança e/ou adulto conheça mais sobre o que está sendo parodiado ali. E, com a internert a um toque de distância, sempre podemos ampliar esse conhecimento para bem mais além do que nos traz o quadrinho. 




Iniciativa Super-Heróis

ESPECIAL DISNEY: INICIATIVA SUPER-HERÓIS
Digitalização e Tratamento: Outsider the Z/HORDA Funnies

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Superpato, Superpateta, Morcego Vermelho, Superpata, Morcego Verde, Vespa Vermelha. Os super-heróis dos quadrinhos Disney estão entre nós há bastante tempo. Eu lia Superpato e Superpateta quando garoto e gostava bastante dos dois. Mas, o meu preferido e de muita gente era o hilário Morcego Vermelho, a identidade super-heróica do Peninha, um dos personagens mais engraçados dos quadrinhos Disney. 

Talvez essa preferência se dê ao fato de que as aventuras do Morcego Vermelho são mais engraçadas já que ele foi criado por autores brasileiros e suas aventuras sempre foram uma exclusividade do Brasil. Da mesma forma o Morcego Verde, o heróis que Zé Carioca é nas horas vagas. 

O Superpato é Donald, criado pelos italianos, mas que dá as caras nos quadrinhos feitos por aqui, principalmente no Clube dos Heróis. Os mesmos italianos criaram a Superpata.

O primeiro dos super-heróis Disney foi o Superpateta, criado pelo sestadunidenses Paul Murray e Del Curry em 1965. Logo após, em 1969, os italianos resolveram transformar o Pato Donal no carismático Superpato, que no original é Paperinik, uma homenagem ao anti-herói italiano Diabolik (o nome de Donald em italiano é Paperino). 

Quatro anois depois, em 1973 surgiria o nosso Morcego Vermelho, que fez tanto sucesso por aqui, quanto os dois primeiros. 

História interessante tem o Vespa Vermelha, que foi criado pelo mesmo Paul Murry em 1967, mas que teve apenas uma história publicada nos EUA. No entanto, o estúdio brasileiro da Disney resgatou o super-herói e criou várias outras aventuras com o mesmo que, ironicamente, nunca foram publicadas no seu país de origem. 

Assim como os super-heróis da DC e Marvel, estes também tem suas versões femininas, quer dizer, pelo menos o Superpato e o Morcego Vermelho. Superpata foi criada na década de 70 e é, claro, a namorada de Donald, Margarida. A Borboleta Púrpura é a cara metade do Morcego Vermelho, também criada no Brasil. 

Assim como a Liga da Justiça, também há um supergrupo de heróis da Disney, o Clube dos Heróis, criado no Brasil, que inspirou os Ultra Heróis da Itália. 482 Páginas.




sábado, 30 de dezembro de 2017

Demolidor de Miller e Janson - Vol. 03

DEMOLIDOR - FRANK MILLER/KLAUS JANSON - VOLUME 03 de 03
Digitalização e Tratamento: Outsider, o Z/HORDA Presents

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E chegamos à terceira e última parte da fase clássica do Demolidor de Frank Miller, num total de 908 páginas de pura adrenalina e histórias bem contadas. Por sorte eu consegui tempo para disponibilizá-las em tempo recorde, incríveis oito dias. 

Neste terceiro volume o espectro de Elektra ainda acompanha Matt Murdock e ele precisa salvar seu corpo da temível organização criminosa tentáculo. Também somos apresentados a mais da história da ninja bela e assassina. 

Outro que acaba tendo destaque também é o bonachão Foggy Nelson que ganha uma história praticamente solo em que ele enfrenta o Rei do Crime disfarçado de criminoso. 

O Demolidor tem problemas com seus sentidos apurados que começam a falhar e para conseguir voltar ao seu normal, precisará da ajuda de seu velho mestre Stick. Além disso, seu relacionamento com Heather Glenn continua complicado. Temos também o retorno da Viúva Negra que passará por alguns maus pedaços.

Para fechar com chave de ouro esta fase, Miller coloca Murdock frente a frente com o Mercenário hospitalizado e jogará roleta com russa com o vilão, queira ele ou não. E isso tudo é porque a Marvel "não tem clássicos". 





Demolidor de Miller e Janson - Vol. 02

DEMOLIDOR - FRANK MILLER/KLAUS JANSON - VOLUME 02 de 03
Digitalização e Tratamento: Outsider the Z/HORDA Christmas

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Algo que esqueci de mencionar no post do primeiro volume é que esta nova coleção das aventuras do Demolidor, pela editora Panini, são bem mais completas que a coleção anterior, em capa cartão e quatro volumes. Lá não foram colocadas as aventuras escritas por Roger Mckenzie, que são de suma importância. Também não se colocou as duas aventuras do Demolidor em que ele ajuda o Homem-Aranha que fica temporariamente cego e que deve ter sido o primeiro contato do autor com o personagem. Além disso, durante a transição de Mckenzie para Miller nos roteiros, tivemos uma história escrita por David Michelinie. Ou seja, estes três volumes de capa dura são muito mais encadernados, sem contar os extras que, neste segundo volume inclui uma extensa entrevista com Frank Miller e Klaus Janson. Imperdível. 

Este segundo volume marca o estabelecimento desta fase marcante do Demolidor pelas mãos de Miller e Janson. Elektra torna-se muito mais participativa e muito mais perigosa, indo até mesmo trabalhar para o Rei do crime. O Mercenário continua em sua sanha vingativa contra o Homem Sem Medo e o ápice disso é a cena mais emblemática na história do personagem, a morte de Elektra pelas mãos do louco assassino. Miller nos deu uma das melhores personagens já escritas em uma HQ e Miller tomou. Claro, os roteiristas da Marvel não a deixariam morta por muito tempo, mas isso não apagaria o que Miller fez aos fãs de quadrinhos. 

Há ainda a busca pela mulher da vida do Rei, nos esgotos da cidade, depois que ela desapareceu no volume um. Demolidor e Bem Ulkrich vão parar no submundo, literalmente falando, para tentar resgatar a moça e, quem sabe, parar uma eleição que favoreceria o mundo do crime, graças às artimanhas de Wilson Fisk. 

Depois de Frank Miller o demônio nunca mais seria o mesmo.




quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Demolidor de Miller e Janson - Vol. 01

DEMOLIDOR - FRANK MILLER/KLAUS JANSON VOL. 01 de 03
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Scans

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Este primeiro volume nos mostras que Frank Miller começou a ter contato com o personagem em aventuras do Homem-Aranha em que o aracnídeo encontra com o herói cego. Em seguida assume os desenhos junto com o roteirista Roger Mckenzie do título Daredevil, entrando no lugar de ninguém menos que Gene Colan. 

McKenzie ainda escreve vários números e já se pode sentir alguma ingluência no próprio roteiro, do estilo de Frank Miller, tanto em que ele enfrenta o Dr. Octopus, Miller já é citado como co-roteirista. Não demora muito para que ele assuma os roteiros integralmente, continuando a ilustrar com a parceria do arte-finalista Klaus Janson, parceria essa que se tornaria longa, chegando até ao clássico dos quadrinhos Batman: O Cavaleiro das Trevas. 

Aliás, o Demolidor de Miller foi o início de tudo: Cavaleiro das Trevas, batman Ano Um, o retorno do autor ao personagem na releitura de sua origem e em A Queda de Murdock. Sem contar que já se pode entrever ali muito de Sin City. E nós, meros mortais, presenciamos tudo isso nas páginas da pequena notável Superaventuras Marvel, sem saber o que viria pela frente. 

Por mais que Miller não esteja com a mesma qualidade hoje em dia, nada disso retira o valor de suas obras anteriores e de sua contribuição para o amadurecimento das histórias em quadrinhos, tirando delas aquele estigma de leitura para crianças, por mais que os leigos não consigam enxergar isso. 

Chegando no final da década de 70 aos quadrinhos, Miller parecia determinado a provar que os quadrinhos podiam contar histórias adultas, como Dennis O'Neil e Neal Adams vinham fazendo na DC, graças em parte a como a Marvel estava humanizando mais os super-heróis e deixando claro que eles eram, antes de tudo, pessoas com problemas como os nossos. 

Miller deixou Demolidor mais dinãmico ao introduzir criações uas como Elektra, um amor antigo e Stick, o homem que treinara o Homem Sem Medo nas artes marciais. Os quadrinhos nunca mais seriam os mesmos depois que Miller abriu nossos olhos. 





quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Lantern City

LANTERN CITY - UMA SAGA EM DOZE CAPÍTULOS
Tradução e Letras: A Man Withouth a Name/AMWAN Productions

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Lantern City é a saga de um mundo e a saga de um homem. Em 12 capítulos vemos como é simples contar uma história portentosa e incrível que deixa as cansativas megassagas de super-heróis no chinelo. 

Sander Jorve é um dos milhares que moram em Lantern City, mais exatamente abaixo das grandes torres que formam o império dos Grey, comandado pelo Imperador Killian Grey. Ali, Jorve só conhece a dor e o sofrimento de viver sob o jugo de tiranos, tentando sobreviver das migalhas que lançam para ele e para o povo em geral.

Mas, sempre existem aqueles que se revoltam, se rebelam, fazendo parte de uma força que tenta mudar essa situação e Kendal, cunhado de sander, assim como a filha do mesmo, fazem parte dos rebeldes e sempre tentam levar o parente para seu lado. Porém, sander teme por sua esposa e filho. 

Um dia, quando os temíveis Guardas fazem uma de suas batidas costumeiras, desfazendo uma reunião de rebeldes, Sander e Kendal acabam por matar um deles e se apropriar de seu uniforme. Kendal decide que Sander pode se infiltrar entre os guardas usando aquele uniforme. É aí que começa a saga de um homem que poderá fazer a real diferença num mundo em que a ijustiça é a ordem do dia. 

Durante os 12 capítulos, sander Jorve passará por muitos momentos de decisões difíceis e terá muitas surpresas pelo caminho. Mas, a cada passo mais adentro do mundo acima do seu, ele chegará mais perto da verdade que possibilitará que tudo mude. Se para melhor, só o destino - e o passar das páginas - poderá dizer. 

Uma grandiosa produção não apenas da Boom Studios, com texto de Paul Jenkins, Matthe Daley e outros, e com a bela arte do brasileiro Carlos Magno, como também o trabalho homérico do nosso colaborador Sem Nome. de tradução e letreiramento, que não deixaram de fora nem os extras, que tambem são muitos. Agradecimentos.





domingo, 24 de dezembro de 2017

Martin Mystère: A História de Java

MARTIN MYSTÈRE - A HISTÓRIA DE JAVA
Digitalização e Tratamento: Java/Revisão: Outsider Z/Portal Mystère

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Java, o grande amigo e parceiro de Martin Mystère, está lendo as tirinhas no jornal quando algo chama sua atenção. Irado, joga longe o jornal e começa simplesmente vai embora, deixando uma carata para Mystère dizendo que não o procure. O que será que aconteceu exatamente?

Encafifado com aquele estranho modo de agir de java, ele e Diana, sua noiva, resolvem desobedecer ao pedido do amigo e decidem ir atrás dele. Pedem a ajuda de um amigo da polícia, mas antes contam a história de como Java entrou em suas vidas para, quem sabe, encontrarem algum ponto de apoio para começar as investigações. 

Java fazia parte de um povoado perdido formado por homens de Neadertal, coisa que ninguém imaginaria ainda existir. Quando Mrtin Mystère encontrou o misterioso lugar, Java, um dos integrantes daquela tribo, pediu que o Detetive do Mistério o levasse com ele para Nova York. Assim começou a odisséia de Mystère para fazer com que java se integrasse ao mundo moderno. E agora ele simplesmente desapareceu. 



quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

LOT13

LOTE 13 - STEVE NILES/GLENN FABRY
Tradução e Letras: A Man Without a Name

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Fairfax, Virginia, 1670. Um julgamento inusitado está em andamento. Um homem é julgado por cometer suícidio e matar sua família. Mesmo mortos, ele e a família são condenados pelo tribunal. 

Dias atuais. Uma família está de mudança para Fairfax, mas acaba por encontrar sua nova casa interditada por uma dedetização inesperada. Agoira precisam encontrar um hotel onde passar a noite. É quando um hotel se apresenta diante deles quie, cansados, não pensam duas vezes em entrar. E é aí onde erram.

O lugar está assombrado por almas atormentadas, incluindo a familia e o marido suicida. Ron e sua própria família precisam agora lutar para escapar daquele lugar onde tudo parece refletir apenas o puro terror. 

Ron acaba por encontrar um meio de salvar a si mesmo e seus entes queridos. Mudar os violentos acontecimentos que terminaram por assombrar aquele lugar, aquele lote específico, o Lote 13. Conseguirá?